Resveratrol, vitamina C e zinco, nossos aliados para a imunidade

Resveratrol, vitamina C e zinco, nossos aliados para a imunidade

 

Desde o início da pandemia da Covid-19, pesquisadores se mobilizam para encontrar um medicamento que promova um tratamento eficaz e a cura do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Diversas pesquisas têm sido feitas, mas um composto tem chamado a atenção da área científica – e não é de hoje.

Um estudo realizado em 2016, por Jennifer Zhang1, pesquisadora de Biologia Molecular da Universidade da Califórnia, mostrou que o resveratrol – composto natural existente nas sementes de uva, no vinho tinto e no amendoim – já havia sido utilizado, em cultura in vitro, no combate ao coronavírus.

Na época, a pesquisa de Zhang mostrou que o resveratrol bloqueou a replicação do vírus a uma concentração de 25 ng/ml ou mais. O resultado indica que o composto pode agir como um importante auxiliar no combate ao coronavírus no tratamento da doença1.

Capacidade de atenuar infecções

Em outro estudo, publicado em maio de 2020, Mark Marinella2 indica a indometacina e o resveratrol como potenciais adjuvantes no tratamento da Covid-19.

Diferentemente de outros compostos cogitados para o combate à doença, mas com riscos de cardiotoxidade, Marinella afirma que a indometacina e o resveratrol são agentes baratos, relativamente não tóxicos e prontamente disponíveis, que possuem capacidade de atenuar a gravidade da infecção2.

As pesquisas com o resveratrol não param por aí. Simone Filardo et. al3. comentam a atividade antiviral promissora do composto contra vírus responsáveis por doenças respiratórias graves, dentre elas influenza e Sars-Cov-2.

Em humanos, uma dose inicial de 25 mg de resveratrol resultou em concentrações plasmáticas de 1 a 5 ng/ml, enquanto doses crescentes (até 5 g) levaram a concentrações plasmáticas de resveratrol de até 530 ng/ml3.

Assim, ao longo dos últimos anos, o resveratrol ganhou importância pelo seu potencial terapêutico nas infecções virais respiratórias3.

Sistema imunológico fortalecido

Segundo Eduardo Tosta4, médico imunologista, há duas formas de se proteger contra o coronavírus. A primeira é evitando o contágio; a segunda é não permitindo que, em caso de contágio, a infecção evolua para o quadro grave e/ou letal.

Neste segundo caso, o nosso sistema imunológico fará toda a diferença. Se ele estiver funcionando adequadamente, a infecção evoluirá sem doença ou com doença leve. Caso contrário, se estivermos com o sistema imunológico comprometido, a tendência é que a infecção evolua para doença moderada ou grave4.

Por isso, é primordial mantermos a imunidade alta. Dentre as ações que promovem o seu aumento, Tosta destaca:

  • Suplementação de vitaminas e sais minerais, como a vitamina C, que age contra vários vírus responsáveis por infecções respiratórias humanas e coronavírus aviário4
  • Zinco, que atua contra o vírus do sarampo e o coronavírus SARS-CoV4
  • Consumo de uva tinta e amendoim, dois alimentos que são ricos em resveratrol4

Todos esses suplementos e compostos são encontrados nos alimentos, mas também existem em cápsulas, fornecendo a dose diária necessária que contribui para o aumento da imunidade.

O resveratrol, por exemplo, pode ser adquirido em cápsulas de 500 mg. Além de ajudar na imunidade, auxilia no controle do colesterol LDL (o chamado colesterol ruim), mantém o sistema cardiovascular saudável, melhora a visão e a circulação sanguínea.

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